A trajetória da seleção francesa na Copa do Mundo de 2026 ainda está em aberto, mas a equipe comandada por Didier Deschamps já demonstra um desempenho de alto nível. Com a semifinal marcada contra a Espanha, que ocorrerá na próxima terça-feira, 14, os franceses estão a um passo de garantir mais uma final ou, no mínimo, uma disputa pelo terceiro lugar.
França reafirma seu status de favorita
Desde o início do torneio, a França tem se mostrado uma das favoritas, ampliando sua reputação ao longo das partidas. O time não apenas se classificou para a semifinal, mas também igualou marcas históricas que a colocam ao lado de grandes seleções do passado. Com essa conquista, a atual geração francesa se tornou a quinta na história a alcançar três semifinais consecutivas, juntando-se a seleções como Alemanha e Brasil.
Comparações com gerações passadas
As seleções que conseguiram esse feito, como a Alemanha entre 1966 e 1974, e o Brasil entre 1994 e 2002, sempre chegaram a pelo menos uma final e conquistaram títulos. A França, por sua vez, busca em 2026 repetir o sucesso dos brasileiros, que venceram a primeira e a terceira finais. Até o momento, a seleção francesa conta com alguns jogadores que participaram de todas as edições anteriores, embora a maioria tenha passado por mudanças.
Estrelas em ascensão
Entre os nomes que se destacam na equipe, Kylian Mbappé brilha como a principal estrela. Com três Copas do Mundo em seu currículo, o atacante já chegou às finais em suas duas primeiras participações, e agora está a um passo de mais uma semifinal. Sua rivalidade histórica com Lionel Messi pela artilharia das Copas é notável, com Mbappé atualmente contando com 20 gols, apenas um a menos que o argentino.
O papel de Didier Deschamps
No comando da seleção, Didier Deschamps, capitão da equipe que conquistou o primeiro título francês em 1998, se destaca como um recordista. Ele já é o técnico com mais vitórias na história da Copa do Mundo, com 19, e, ao final do torneio, deve se tornar o treinador com mais partidas disputadas na competição, superando o alemão Helmut Schön.
Novos talentos em ascensão
A equipe francesa, composta em grande parte por jovens talentos, possui 21 dos 26 convocados com menos de 30 anos, o que sugere um futuro promissor. Um dos destaques recentes é o meia Michael Olise, de 24 anos, que, após se destacar no Crystal Palace, foi convocado para a seleção principal. Embora ainda não tenha marcado nesta Copa, suas cinco assistências mostram sua importância na criação de jogadas.
Rumo a novos recordes
Com suas atuações impressionantes, a seleção francesa visa um feito histórico: vencer todas as partidas até a final, igualando o recorde do Brasil de 2002. Se conseguir conquistar mais duas vitórias, a França não apenas levantará seu terceiro troféu, mas também garantirá um lugar no livro dos recordes das Copas do Mundo, um feito que ficará marcado na história do futebol.
Assim, a equipe francesa, ao lado de seus talentosos jogadores e de um treinador recordista, continua sua busca pelo sucesso, pronta para desafiar qualquer obstáculo que se apresente até a final.
